Clipping - Empresários potiguares participam de seminário sobre comércio eletrônico - Jornal de Hoje RN

02/10/2014
Comércio virtual atraiu mais de 25 milhões de compradores no 1º semestre deste ano no Brasil

Comércio virtual atraiu mais de 25 milhões de compradores no 1º semestre deste ano no Brasil (foto: Jornal de Hoje)

Um mercado que movimentou, somente no primeiro semestre deste ano no Brasil, cerca de R$ 16 bilhões, que cresce em média 23% ao ano e atraiu mais de 25 milhões de compradores neste período, o comércio virtual foi apresentado nesta quarta-feira (01) a micros, pequenos e médios empresários de Natal. Realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o evento promoveu uma série de palestras sobre o tema e dicas de como construir uma loja online e acelerar as vendas.

Segundo o secretário executivo da Câmara, Fernando Ricci, o objetivo é mostrar o que é economia virtual e serve para pessoas que querem começar a sua loja online possam aprender algo sobre isso. Também para quem tem sua loja física e querem entrar no mercado virtual, também possam obter informações e para aqueles que querem trabalhar no comércio eletrônico, que é um mercado em franco crescimento hoje e que é bastante atrativo para todos.

Ele afirmou que, para abrir sua loja virtual, é preciso conhecer três pilares essenciais que são ensinados durante o seminário, que são: infraestrutura, como registrar seu domínio, ter uma hospedagem para o seu site; operação, que é são os riscos que corremos, também parceiros e patrocinadores e meios de pagamento, porque a empresa abre sua loja, mas precisa entregar os produtos. E falamos também em marketing, sobre o que você vai fazer para vender, como usar as redes sociais a seu favor e outras táticas de relacionamento e vendas.

Fernando falou ainda que uma novidade que foi apresentada para o público em Natal foi o E-movimento, que foi criado para pequenas e médias empresas, para que depois que tiverem suas lojas virtuais, se inscreverem no site da Câmara para receber um selo para trabalhar com o comércio eletrônico. Elas assinarão um código de ética e de boas práticas e receberão esse selo, para poderem trabalharem com assessoria de grandes sites.

“Foram apresentadas todas as ferramentas necessárias para que as empresas abrissem seu próprio negócio online e também falamos sobre grandes empresas de vendas eletrônicas em atuação no Brasil, como incentivo para os micro, pequenos e médios empresários que participaram do evento. Outro método de incentivo para eles foram dados como os R$ 16 bilhões arrecadados com essas vendas e a expectativa até o final do ano, que é de R$ 35 bilhões”, afirmou.

E lembrou dos 25 milhões de consumidores que efetivaram compras online entre os meses de janeiro e junho deste ano e entre os segmentos mais procurados, estão modas e acessórios, responsável por 8% das vendas totais, seguida por eletroeletrônicos e eletrodomésticos. “Hoje, ainda não temos um perfil clássico da pessoa que compra pela internet, é preciso pesquisa, mas sabemos que eles são muitos e determinantes na economia virtual”, afirmou.

É para atrair esse público que a microempresária Lucila Melo participou do seminário hoje, no Praia Mar Hotel, em Ponta Negra. “Estou buscando informações e conhecimentos sobre o tema, para investir nesta área, que é muito interessante e pode ser uma ótima forma de ampliação de negócios. Nossa empresa tem um site, mas é apenas para divulgação dos nossos serviços, mas queremos ir além e trabalhar com o comércio eletrônico”, afirmou.

Correios preparam avanços para melhorias na logística do país

Atentos a essas mudanças, os Correios está buscando alternativas viáveis para criar uma grande estrutura com o objetivo de facilitar a vida dos empresários e consumidores do comércio eletrônico no Estado. Segundo o superintendente regional no Rio Grande do Norte, José Alberto Brito, entre as medidas estudadas, está criar um núcleo de entrada e distribuição de encomendas, assim como já acontece em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

“Queremos transformar o RN no quarto permutante do Brasil até junho de 2015 e para isso planejamos construir armazéns para receber os produtos que chegarem ao Estado e também possibilitar a exportação de produtos da nossa terra para fora. Isso vai favorecer a todos, principalmente as micros e pequenas empresas locais, que poderão exportar até mesmo produtos perecíveis, já que estamos numa localização privilegiada do país, próximo da Europa e dos Estados Unidos, por exemplo”, afirmou.

Ele disse também que pretende transformar o Estado em um corredor de vendas, assim como já foi feito nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. “Isso nos dá expectativas de vendas excepcionais e vai, com certeza, fazer com que o Rio Grande do Norte se torne um grande pólo exportador de produtos, incrementando a economia local. Também temos projeto de construção de armazéns internacionais em Miami e Cingapura”, explicou.

Fonte: O Jornal de Hoje (Natal/RN)

 


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